Estação Cidadania de Belford Roxo recebeu o Fashion Revolution de Moda Sustentável – 21/04/26

A Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (Semasc) promoveu a Semana Fashion Revolution Belford Roxo, no Estação Cidadania, no bairro Piam. O evento agitou a manhã para os usuários dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), com oficinas e desfile de Moda Sustentável, Roda de Conversa, exposição de artesãs dos Cras, manualidades e estações de reparos, bordados manuais, bazar de trocas, ações de conscientização para transformar a maneira de produção e consumo de moda, além de muita música.

Integrantes da Secretaria de Assistência Social e dos CRAS participaram do Fashion Revolution

Parceria de sucesso

A iniciativa foi realizada pela Fashion Revolution Belford Roxo, em parceria com a Semasc, Museu Vivo Multiartes de Belford Roxo e a TArt, um movimento que repensa a indústria têxtil com foco em sustentabilidade, ética e dignidade humana.

“O objetivo é dar visibilidade a quem faz nossas roupas e valorizar o trabalho que gera impacto real na nossa comunidade. Um futuro com moda justa se constrói com consciência e ação. A Semasc tem sempre apoiado os movimentos e ações, como o Fashion Revolution. Agradeço imensamente à prefeita Mariana Canella por todo o apoio que vem dando em todas as ações realizadas na Secretaria de Assistência Social e em todas as unidades da Semasc. Nós somos uma secretaria só. Nada aqui é feito individualmente”, destacou o secretário de Assistência Social, Diogo Bastos, ao lado da secretária Especial de Cidadania e Direitos Humanos, Thaís Stampini.  .

A secretária Especial de Cidadania e Direitos Humanos, Thais Stampini (E), desfilando no Fashion Revolution

Bazar de trocas

A programação incluiu bazar de trocas de roupas, estações de reparo manual, costura e customização com estamparia botânica e bordados manuais e desfile de modas com roupas sustentáveis. Houve ainda atrações musicais: samba de roda e no pé, hip-hop com o cantor Enedy Rap, charme e outros ritmos musicais.

“Estamos inserindo o município em um cenário global de inovação e responsabilidade ambiental, fortalecendo a economia criativa e impulsionando a moda sustentável local. Nossa intenção é promover a moda sustentável e responsável. Belford Roxo está na luta por uma moda mais justa e sustentável. O Fashion Revolution é um movimento global criado em 2013, no Reino Unido, em resposta ao desabamento do edifício Rana Plaza, em Bangladesh, onde mais de 1.100 trabalhadores da indústria da moda perderam a vida em condições precárias de trabalho. Desde então, o movimento se espalhou por mais de 100 países, promovendo uma indústria da moda mais ética, sustentável e transparente. Esse evento de sustentabilidade na moda está acontecendo em todo o Brasil, chegando em Belford Roxo em 2025. É um reconhecimento de valorização das costureiras, que sem elas, não existiriam as vitrines e as roupas nos nossos armários. Uma profissional pouco valorizada, e que necessita desse reconhecimento. Essas roupas representam o trabalho de grande qualidade das costureiras e artesãs de Belford Roxo”, destacou a representante do Fashion Revolution em Belford Roxo, Telma Moreno, que também atua como produtora de moda, costureira e artesã.

Usuárias do Cras de Santa Marta da Semana Fashion Revolution Belford Roxo, no Estação Cidadania, no bairro Piam

Fashion Revolution

O Fashion Revolution é um movimento global criado em 2013, no Reino Unido, em resposta ao desabamento do edifício Rana Plaza, em Bangladesh, onde mais de 1.100 trabalhadores da indústria da moda perderam a vida em condições precárias de trabalho. Desde então, o movimento se espalhou por mais de 100 países, promovendo uma indústria da moda mais ética, sustentável e transparente.

Presente no Brasil desde 2014, o Fashion Revolution questiona: “Quem fez minhas roupas?”, incentivando consumidores, marcas e governos a refletirem sobre o impacto social e ambiental da moda. A semana do Fashion Revolution, realizada anualmente em abril, mobiliza debates, oficinas, exposições e ações de conscientização para transformar a maneira como produzimos e consumimos moda.

O movimento atua pautado em três pilares principais:

Direitos Humanos – Valorização dos trabalhadores da moda e combate ao trabalho escravo e infantil.

Sustentabilidade – Incentivo à moda circular, ao upcycling e à redução de resíduos têxteis.

Transparência – Exigência de práticas éticas por parte das marcas e da indústria têxtil.

Foto: Jeovani Campos / PMBR

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